Se você é daqueles que acreditam piamente que videogame é coisa pra macho, recomendo que nem continue essa leitura aqui. Neste post saúdo todos aqueles – e principalmente, AQUELAS – que curtem um bom game com personagenzinhos bem fofinhos e adoráveis, todos que sempre sonharam em ter um Yoshi para dar um abraço ou ficam rindo sozinhos ao balançar os braços e quadris do Sackboy em Little Big Planet.

Mostrando sempre que é mestre na área de ter jogos BINITINHOS, o Nintendo Wii aparece com este game produzido pela Big Ben Interactive. Pucca’s Kisses é uma novidade quente para quem tem acesso à WiiWare (rede de downloads de game do Wii). Claro que se pode arranjar o game via algum aplicativo homebrew, mas isso fica a critério de cada um.

VEM CÁ, MEU CHUCHU!

Pucca’s Kisses é um platformer básico em 2D, próprio para quem quiser jogar algo fofinho e ligeiro. As doze curtas fases do game consistem em um simples objetivo: Controlar Pucca (se você não for fã, com certeza a sua irmã mais nova é) pelos mais variados cenários, atrás do pobre ninja Garu, o amado da fulana, e roubar suados beijinhos do incauto. O game já está disponível via WiiWare por módicos 5 dólares. Vale o show, Lombardi?

Marvel Vs Capcom 3 – Fate Of Two Worlds
Publisher: Capcom
Desenvolvedora: Capcom
Plataforma: X360 e PS3

Tudo começou no longínquo ano de 1996. X-Men vs Street Fighter era algo completamente sem precedentes para os fãs de uma boa pancadaria digital. Especiais que ocupavam uma tela cheia, combos de um zilhão de hits, combos terrestres, combos aéreos, combos tag team, combos espaciais, combos subaquáticos (:P). Com a chegada deste game, a Capcom reinventou a si mesma e criou um sistema diferenciado nos fighting games, fazendo neguinhos como eu torrarem horrores em fichinhas. Isso também valeu para o lançamento do ano seguinte, Marvel Super Heroes vs Street Fighter (Maldito Cyber Akuma!).

Marvel Vs Capcom pode não ser o melhor game deste período áureo, mas com certeza foi o mais emblemático. Mantendo a jogabilidade já aprovada nos títulos anteriores, e expandindo seu escopo para todo o universo Capcom e Marvel, fomos brindados com possibilidades únicas, como dar uma surra no Hulk com o Mega Man (FUCK YEAH) ou botar Strider Hiryu frente a frente com o Wolverine. E é com esse espírito que a série Marvel vs Capcom chega ao seu terceiro capítulo, revisado e AMPLIFICADO para a poderosa nova geração de consoles (leia-se X360 e PS3). Com certeza um dos lançamentos mais esperados deste início do ano, o game chegou fazendo barulho.

E devo dizer, barulho é o que o MvC3 faz de melhor. Desde a sua bombástica cutscene de abertura, o game não esconde sua gana de ser épico, com músicas eletrizantes, narração teojosediana nos menus e nas lutas e cenários ultra detalhados e coloridos, cortesia do poderoso engine gráfico MT Framework 2.0, criado para Lost Planet 2 (para algum coisa aquele game teve que servir, não é, GELERE?). No quesito da apresentação do jogo, a Capcom fez tudo como manda o figurino, conquistando o jogador à primeira vista. Cenários como o de Asgard (Thor e pá) ou Kattlelox Island (Mega Man) são lindos por demais, e o simples, porém muito bem sacado stage do Super Ghost N’Goblins, quase me levou às lágrimas de tão fiel e bonito. Mesmo assim, não são intrusivos e complementam com brilho a jogabilidade do título.

Ainda não conseguiu fazer de Metro City um lugar seguro, hein prefeito Mike Haggar?

Pois bem, agora é A QUESTÂ da jogabilidade: embora ela mantenha o esquema de três contra três de MvC2, com gráficos tridimensionais em estilo 2D a la Street Fighter IV, ela está diferente.A palavra de ordem é simplificação, com quatro botões básicos: ataques fraco, médio e forte, e um botão dedicado aos ataques especiais e air combos (para iniciá-los, fazer trocas de personagens em meio ao um air combo e para finalizá-los). Ainda há um modo simplificado (chamado de SIMPLE MODE! Criativo, hein?), tornando o jogo uma babinha marota para os iniciantes. Outros botões auxiliares fazem as funções das trocas de personagens e comandos simplificados para os super combos, caso o jogador prefira. São três super combos para cada lutador, cada um mais bombástico que o outro, com ângulos de câmera modificados em alguns. O hyper combo finish novo do Iron Man já nasce lendário.

Foi uma decisão acertada da Capcom, que favorece aos gamers mais hardcore, mas também é convidativa aos marinheiros de primeira viagem, com comandos intuitivos e timing perfeito. A sensação de mandar um air combo insano com poucos rounds de prática é bastante gratificante: aprender é fácil, mas pegar a manha de mestre, nem tanto. No multiplayer, o bicho pega de geral, pena que ainda não foram resolvidos os sérios problemas de conexão dos servidores, o que ainda faz dos embates online um empecilho. Nada temam, pois um patch deve estar a caminho.

Dante e Deadpool: Novatos na série, e chutando traseiros com QUALIDADE.

O elenco de lutadores desta edição não é o maior – 36 em contraste aos 56 de Mvc2 – mas com certeza é o mais elaborado. Todos os lutadores tem um evidente capricho em sua concepção, desde o visual até o seu moveset. Muitos rostos novos estão em MvC3, entre eles Wesker e Chris (Resident Evil), Amaterasu (Okami), Dante (Devil May Cry), Dormammu, Super Skrull , Jean Grey e She-Hulk.  Personagens como Deadpool e Zero, até então inéditos na série, desde a largada parecem que nasceram para estar nesse tipo de game, de tão divertido que é controlá-los. Outros como M.O.D.O.K e Arthur são um porre de controlar e exigem do jogador um senso de estratégia apurado, o que também é válido, pois sempre se pode avacalhar da cara do outro, caso se toque o terror pra cima do oponente usando um lutador inferior. No entanto, como sempre foi nesta série, o segredo da vitória é o equilíbrio. E para enfrentar Galactus, o poderoso chefe final, caso esteja nos níveis mais cascudos de dificuldade, você vai precisar. E ah, segundo a Capcom, novos personagens (Jill Valentine e Shuma-Gorath já foram confirmados) estarão disponíveis via DLC muito em breve (ai meu bolso).

Até agora só falei bem, né. Pois bem, agora segura que vem a bomba. Assim como um bom game arcade, em um primeiro momento, Marvel Vs Capcom 3 é uma maravilha de jogar. Experimentar cada um dos lutadores e botar para quebrar com eles é fodástico, mas para quem procura um single player mais aprofundado pode ser meio decepcionante. Os storylines são rasos além do raso, com desenhos estáticos para cada lutador ao final do game. No máximo vai encontrar alguns desafios no mission mode (realizar combos complicados conforme manda o computador) e um sistema de acúmulo de pontos para liberar artwork e outros unlockables bem pouco marcantes. Ainda assim, tudo isso é justificável, pois se trata de um game de luta arcade, exagerado e frenético, que foi exatamente o que a Capcom nos entregou. Daquilo que nós sonhamos e desejamos para MvC3, nem tudo veio como o planejado, mas dentro do que a Capcom sempre ofereceu com a série, posso dizer orgulhoso que o objetivo foi cumprido com sobras.

Avaliação:
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Não entendeu? Ilumine-se.

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Olá pessoal, meu nome é Leandro Souza e hoje começo minhas atividades colaborando com o Mode 7. Sou um aficcionado por games desde que me conheço por gente. Já passei pelas mais diversas plataformas, começando pelo Atari, passando pelo Nintendinho, Super NES, PC, Nintendo 64, chegando no PS2, Wii e agora no PS3. Trabalho como jornalista durante o dia e como gamer à noite, parte esta que pretendo dividir com vocês neste singelo blog.

Já que sou novidade por aqui, tomo a liberdade de apresentar mais algumas novidades. Ficarei acompanhando de perto e divulgando todas as novidades do mundo PS3, Wii e também uma ou outra coisinha de Xbox 360 e PSP. Demos, previews, rumores, tentarei ficar por dentro para passar o que há de mais quentuxo.

Além disso, como no próximo post vocês já poderão ver, pegarei pesado nos reviews de game, sejam eles o lançamento mais lançamentoso do pedaço, aquele tesouro esquecido há um bom tempo ou aquele jogo de merda de uns anos atrás só pra reforçar o quanto tu deves te manter longe dele.

Sem maiores delongas, as legendas para os reviews. Espero que entendam.

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Gadouken – Muito fraquinho.

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Hadouken da Sakura – Tem sua graça, mas ainda assim não é lá essas coisas.

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Hadouken do Ken – Já é bem melhor. Tirando um ou outro empecilho dá pra fazer um bom estrago.

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Hadouken do Ryu – Muito bom, um exemplar quase perfeito da técnica Hadouken. Só não é o melhor por detalhes.

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Messatsu Gou Hadou – ABSOLUTAMENTE OWNANTE.

Então é isso ae, galere. Tô na área e espero que nos acompanhem. Agora o lance vai ficar mais cremoso ainda.

O gameranx.com publicou uma lista com os 10 First Person Shooters que ajudaram a definir todo o conceito desse estilo que hoje é um dos mais jogados na esfera gamer. Prova disso é  o Call of Duty Black Ops, que depois de alcançar o topo da tabela dos mais vendidos e de ser um dos jogos que mais arrecadaram, batendo na casa de US$ 1 bilhão, agora também é líder no ranking  dos games mais baixado ilegalmente, com a 4,2 milhões de downloads ilegais. Ou seja, o mundo todo deve estar jogando Call of Duty Black Ops neste momento.

Como antigo fã de FPS, acho uma pena que o estilo tenha atingido tais marcas. Se já sofríamos com vários títulos sem nenhuma inovação e que nada mais eram do que caça-níqueis dos estúdios, agora a situação tende a piorar. Com uma busca rápida pela internet, é possível encontrar inúmeros títulos que usam a II Guerra Mundial como pano de fundo, uma nítida influência do sucesso que Medal Of Honor fez no início da década passada. Hoje, Call of Duty Black Ops é o símbolo máximo dessa homogeneização dos games, já que é irônico que uma franquia que se estabeleceu copiando outra seja uma das mais vendidas de todos os tempos. Não que Medal Of Honor tivesse um enredo originalíssimo, como você vai poder conferir calmamente na lista da  gameranx.com

Época em que jogar FPS era correr de costas, desesperado por um Healing Pack ao invés de se esconder feito uma galinha até parar de sangrar.

A lista é quase uma homenagem a esses jogos e aos produtores envolvidos. Embora não tenha jogado todos, Half Life, Doom e Wolfenstein estão na minha humilde listinha de best games ever played. Caso você goste de FPS mas tem menos de 20 anos, dê uma boa lida na lista. Mesmo que você não seja um retroplayer, sempre é bom saber quais as origens daquilo que você mais gosta. Sim, isto é um conselho para a vida, garoto.

Confere aí a listinha:

Uma analogia clara e simples do que virou a indústria do videogame


Wolfenstein 3D
Doom & Doom II
Hexen II
Rise of the Triad
System Shock 2
Quake
Starsiege Tribes
Duke Nukem 3D
Shadow Warrior
Half-Life

Jogo videogame desde 1988, quando eu tinha uns 6 anos, mais ou menos. De lá pra cá, tive Atari 2600, Master System, Dynavision III, Mega Drive, Super Nintendo, Nintendo 64, PSX e PS2. Hoje em dia a brincadeira segue graças a uma HD 4890, adquirida há mais ou menos um ano. Me considero  um cara privilegiado. Acompanhei o boom dos videogames no Brasil fase a fase, console a console e todas as conseqüências dele. É normal que com a evolução de algum setor outras oportunidades de mercado acabem surgindo e, quando percebi, passei a  freqüentar locadoras abarrotadas de jogos e bancas de revista com diversas publicações voltadas ao mundo gamer. Minha primeira revista foi a edição Nº2 da Supergame, comprada em 1991. Iniciava ali uma longa história de quase fanatismo paralela aos games, que duraria até 1999, contabilizando aproximadamente 300 revistas dos mais variados títulos como Videogame, Gamepower, Supergamepower, Ação Games (que eu achava horrível, mas comprava mesmo assim), Gamers, Playstation, Nintendo World e até algumas edições da Electronic Gaming Monthly, que, apesar de ser em inglês, comprava porque tinha muito mais páginas que as publicações nacionais.

Capa típica da Ação Games: péssimo gosto é apelido

Embora o Nintendo 64 seja um dos videogames pelo qual eu mais tenho carinho – é uma espécie de namorada que não deu certo: nunca proporcionou tudo aquilo que achei que um dia proporcionaria e o romance foi acabando aos poucos, sem que eu aceitasse – preciso admitir que ele foi o grande culpado pela minha deserção temporária das revistas e dos games. Na época, a Nintendo resolveu investir no Game Boy Advance e quem tinha um N64 era motivo de chacota e sofria bullying dos amigos que tinham um PSX. Foi assim que deixei de comprar revistas e aos poucos me afastei da jogatina, porque o N64 era um zumbi e eu não tinha grana para um PSX , porque nenhuma outra publicação supriria o que eu precisava e porque a Internet, a esta altura, era um universo gigantesco a ser desvendado, oferecendo muito mais do que eu precisava e em tempo recorde.

E eu achava que a Juremira é quem tinha me iludido. Ledo engano...

No fim das contas, depois de aproximadamente 5 anos afastado dos games, acabei comprando um PSX e depois um PS2 e voltei a jogar, mas não voltei a comprar revistas e cheguei a pensar que não precisaria mais delas. Mas há alguns meses tive de decidir qual seria o tema do meu TCC e um amigo sugeriu que eu abordasse algum assunto relacionado aos videogames. Como faço jornalismo, lembrei da minha velha coleção de revistas de videogame guardada no sótão e resolvi comprar alguma revista atual para ver como andavam as coisas. Escolhi a Edge por usar o pré título “Cultura do Videogame” e, embora ela tenha sido retirada de circulação pela Editora Europa, senti prazer ao ler sobre videogames novamente.

A edição da Edge que me fez voltar a ler revistas de videogame

Eu, que era um leitor fanático por revistas de videogame, fiquei impressionado como essas publicações evoluíram. A diagramação, fotos, textos, tudo está mais profissional, mais aprofundado. A grosso modo, deixei de comprar revistas para crianças e, 11 anos depois, voltei a comprar revistas para adultos.  Não a toa, segundo pesquisas, a média de idade dos gamers atualmente é de 30 anos. Ao ler os textos, lembrei da linguagem que era utilizada nas revistas antigas e como elas beiravam o amadorismo. Foi aí que decidi o tema de meu TCC: A Evolução do Jornalismo Gamer no Brasil.

Como ainda não decidi quais publicações vou utilizar para o TCC, a partir de março, quando retorno às aulas e inicio minha pesquisa efetivamente, o Mode7 vais servir também como um diário da evolução deste trabalho. Pitacos, palpites e sugestões são todos bem vindos.

Sempre achei os projetos Cruzada Nes e Cruzada Master System do Gagá Games muito legais, além de serem uma ótima idéia. Pra quem não sabe, eles consistem em jogar e escrever  sobre todos os jogos lançados para estes consoles. Pois foi navegando por lá que conheci o Jornada Mega Drive, que, inspirado no Gagá Games, vai jogar e escrever sobre todos os jogos do 16-Bits da Sega.

Eles serão analisados em 5 quesitos:
- Gráficos e Áudio
- Jogabilidade
- Dificuldade
- Diversão
- Veredito final

Uma aventura por todos os jogos de Mega Drive!

As análises seguirão a ordem cronológica dos lançamentos e o projeto está bem no início. Portanto, até agora foram jogados:

Super Thunder Blade

Space Harrier II

Altered Beast

Osomatsu-kun: Hachamecha Gekijou

Alex Kidd in the Enchanted Castle

Phantasy Star II

Tommy Lasorda Baseball

Super Daisenryaku

Thunder Force II

Last Battle

World Championship Soccer

Ghouls ‘n Ghosts

Arnold Palmer Tournament Golf

Essa capa disponível na locadora era motivo para taquicardia e comemoração.

E é com alegria que comunico que vou fazer parte deste projeto! Contarei com a colaboração onipresente e infalível de Dingoo Boy juntamente com  Dingux e seu emulador de Mega, o famoso Pico Drive. Sem dúvida, o Mega Drive foi um dos videogames que mais joguei até hoje e que mais me causaram impacto. O salto de qualidade gráfica em comparação com meu surrado Master System era enlouquecedor para um pirralho de apenas 9 anos. Ainda lembro de quando alugávamos o console para jogar sem parar jogos inovadores e com gráficos incríveis como Sonic, Golden Axe, Streets of Rage, Super Monaco GP, Castle of Illusion e tantos outros.

Portanto, sigam o @jornadmegadrive e nos acompanhem nessa jornada por mais de 900 jogos!

Finalmente comprei um Dingoo e cheguei a pensar em escrever um post com especificações técnicas e outras firulas, mas como já existem páginas com excelentes reviews sobre ele, me contenho em falar um pouco sobre a diversão sem tamanho que é ter esse aparentemente inofensivo portátil no bolso.

Back to the past

Claro que o grande diferencial do Dingoo são os emuladores. Quem tem mais de 25 anos vai voltar no tempo jogando todos os videogames que fizeram parte da sua infância: Atari, Nintendo, Master System e Game Gear, Game Boy (Original, Color e Advance), Mega Drive, Super Nintendo e os clássicos dos fliperamas imundos do centro da cidade; estão todos ali dentro daquela caixinha preta. Basta baixar os jogos, colocá-los nas pastas respectivas e jogar, jogar e jogar.

Canivete Suíço

Há pouco tempo comprei um GoGear da Philips, que é um excelente MP4. Além de rádio e MP3, roda audiobooks e videos (embora tenha uma tela pequena pra isso). Por essa característica, achei que ele seria capaz de superar um dos problemas mais comuns na maioria dos players: não conseguir rodar os arquivos mais comuns. Nesse caso, .pdf e .avi, respectivamente. Ledo engano. Tinha que converter os arquivos e biriri. Resultado: só uso o GoGear pra ouvir música mesmo. Com o Dingoo a situação é outra. Ele é capaz de rodar tais arquivos com um pé nas costas e, se não for capaz de rodar algum tipo, pode ter certeza que algum usuário vai desenvolver um aplicativo que FAÇA rodar. O melhor exemplo disso é o Dingux, uma espécie de Linux para o Dingoo que foi desenvolvido por um usuário. Essa é a grande vantagem do aparelho: uma comunidade gigantesca de usuários que dificilmente vai te deixar sem o Dingoo na mão (com o perdão do trocadilho).

Sério que o Cody tinha algum credibilidade nas ruas com essa cara?

Chega mais na comunidade, irmão

Desde que pude jogar o Dingoo fui direto ao google procurar por sites e forums que pudessem me ajudar a tirar o máximo do meu A320. Os três sites seguintes contribuíram e muito para que eu fizesse grandes modificações no aparelhinho mesmo sendo um novato no assunto: No Brasil temos a Dingoo Brasil com diversos tutoriais e um fórum recomendadíssimo para quem, assim como eu, está chegando agora na Dingoomania. Além dele, há também o Gagá Games, que é voltado exclusivamente para jogos antigos. Se você quiser praticar um pouco o inglês, a Dingoonity também pode ser a sua tábua de salvação para qualquer dúvida.

 

A versão mais recente: "Mini Game King" não é exagero dos Chinas, acredite

Anh, que saudade!

Quem tenta  matar a vontade de jogar jogos antigos em emuladores sabe que não é a mesma coisa graficamente falando.  Como os monitores tem resoluções cada vez melhores, aqueles gráficos lindos do Sonic que ilustravam sua memória reaparecem como um mosaico um pouco tosco por melhor que seja o emulador. O Dingoo tem uma saída áudio e vídeo e já vem com um cabo especificamente pra isso. Ou seja, é só espetar ele na TV e relembrar os velhos tempos com todo o charme daqueles gráficos intacto. Além disso, você também pode rodar vídeos a partir do Dingoo e assistir na TV. Portanto, se você estiver lá bem feliz jogando e o fantasma da sua vó aparecer mandando você desligar o videogame porque estraga a TV, trate de rodar um filme pra velhinha se acalmar e voltar pro limbo.

S.C. Custo 2 X 5 Benefício F.C

Pela quantidade de funções, o Dingoo custa quase nada. A minha versão é a nacional, lançada pela Dynacom. Paguei R$254 (mas dá pra encontrar mais barato) e tenho no bolso um dvd player, um afinador de guitarra (acredite), vários videogames, jogos de PC, calculadora, todo o fliperama do centro da cidade, gravador e ainda outras inúmera utilidades que a comunidade Dingoo vai criar. Altamente recomendo!

A série 1001 alguma coisa para
fazer /comer/ beber/ visitar/ trepar/ ouvir antes de morrer é bem famosa e possui um  padrão de publicação único, mas que nem sempre funciona para todas as áreas. Um bom exemplo disso é a edição 1001 Video Games You Must Play Before You Die, que, como você deve perceber, ainda não tem tradução para o português. Mas antes de falar dela preciso fazer algumas considerações.

1001 maneiras (sofridas) de ler

Meu primeiro contato com a série foi com 1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer. Apesar de não acreditar que realmente existam 1001 discos obrigatórios, o título é de um apelo absurdo e acabou me ganhando de cara. Embora discorde de alguns títulos escolhidos e tenha sentido falta de outros, a fórmula da publicação funcionou bem nesta situação. Mas grande parte do apelo do livro acabou se perdendo na primeira vez que tentei, de inúmeras maneiras, encontrar uma posição confortável para ler.

1001kg

Talvez o maior problema da série, de um modo geral, seja o tamanho da publicação. É um tanto desconfortável segurar, ler e folhear um jumbo de 960 páginas, que pesa aproximadamente 1,5kg e que foi impresso em Calibri tamanho 7. Entendo que há uma quantidade ENORME de texto e que o conteúdo precisava “entrar” nesse formato, mas se a publicação fosse dividida em 2 ou até 3 partes, seria mais interessante. Haveria a possibilidade de levar ele na mochila para ler no ônibus ou na fila do banco, por exemplo, sem que isso se tornasse um exercício físico desgastante. Os disléxicos que me perdoem, mas ler, afinal de contas, é algo agradável, certo? Mas a editora deve ter algum fetiche por publicações imponentes e PRECISAVA fazer um trambolho enorme para mostrar que ali estavam os 1001 sejaláoqueforquevocêprecisa antes de morrer. Puta preciosismo barato.

1001 mesmo?

Precisa mesmo,tio?

Assim como na série de discos, às vezes os editores optam por títulos seminais que contribuíram para a evolução de algum gênero, mas que nem sempre são realmente “obrigatórios antes de morrer”. Obviamente, a série Games também padece deste mal. Isso acontece com jogos importantes mas que não são necessariamente obrigatórios.
Ou você acha que PRECISA DEQUALQUERMANEIRA  jogar PONG antes de morrer? Ok, precisa saber que ele existiu, que é o jogo que iniciou toda a indústria do videogame e essas coisas, mas jogá-lo em 2010 é um tanto exagerado. Por esse tipo de situação, o nome do livro acaba perdendo o sentido e talvez devesse se chamar “1001 Jogos Para CONHECER Antes de Morrer – Parte I”

1001 Preciosismos

Outro problema é que os jogos em série são analisados separadamente. O livro sugere, por exemplo, que 4 jogos da franquia Battlefield devem ser jogados antes de morrer. Ok, TALVEZ eles até sejam, mas as séries poderiam ser analisadas como um todo, com textos que ocupassem no máximo página dupla. Isso escancara um preciosismo em atingir o número que dá nome à série a qualquer custo, e só reforça minha suspeita de que, assim como na música, não existem 1001 jogos obrigatórios para jogar antes de morrer. Afinal, qual série muda a mecânica de jogo drasticamente de um título para o outro? Isso fez com que títulos importante e legais como Streets Of Rage ficassem de fora, causando revolta e tristeza na galhera que possuía um Mega Drive ali nos 90.

Pessoal não curtiu que a Blaze tinha uma perna mais fina que a outra.

1001 Estratégias de mercado

Os jogos são divididos de acordo com a década em que foram lançados, iniciando pela de 70 e finalizando nos anos 2000. Mas o mais curioso é que a diferença entre o número de jogos de cada década é gritante. Logo na página 415 iniciam as análises dos jogos lançados nesta década. Ou seja, MAIS DA METADE (960/2=480) do livro é dedicado a jogos lançados nos últimos 10 anos, e que ainda podem ser facilmente comprado$ em alguma loja física ou virtual. Claro, qual o sentido de sugerir jogos que você deve jogar se você não pode comprá-los?

E vale a pena?

Depende. Se você é um muito insistente fetichista insano, sim. Do contrário, 1001 Video Games You Must Play Before You Die corre sério risco de ser só mais um daqueles livros que você teve MUITA vontade de comprar, mas não tem nenhuma vontade de ler.

A mais recente aposta da SimBin é o RaceRoom, jogo que pode ser baixado gratuitamente em www.raceroom.net Com excelentes gráficos, ele foge  da jogabilidade de simulação característica dos clássicos da empresa como GT Legends, The WTTC Game, GTR Evolution, dentre outros. Portanto, pilotos menos hardcore podem comemorar, porque a jogabilidade é mais ao estilo Codemaster: acelere, freie, faça a curva, acelere. Inclusive, você pode habilitar a famosa raceline, o que deve soar como um ofensa para os pilotos mais experientes. Não lembro de nenhum jogo da SimBin que oferecesse essa opção, já que a empresa sempre deu prioridade para os simuladores. Sinal de que o Formula-1 da Codemaster tem feito alguns estragos.

Perfil

Para jogar, é preciso criar um perfil na página da SinBin(o jogo minimiza automaticamente para isso). Lá é possível disponibilizar dados pessoais, além de acompanhar informações como tempo de jogo, número de largadas e corridas finalizadas.  A trilha de abertura do jogo é cativante: um piloto comemora aos gritos, emocionadíssimo,  sua primeira vitória nas pistas, enquanto ao fundo rola uma track que lembra e muito o som do The XX. Embora já seja possível jogar online, o raceroom.net é um beta e está claramente em desenvolvimento.  Diversas áreas aparecem com o aviso “coming feature”, que é pra você ficar com taranatiriça e voltar lá todo santo dia até que esteja tudo funcionando perfeitamente.

Casco Mio

Uma das coisas mais legais de RR é que os pilotos podem fazer a pintura do seu próprio capacete na página do profile. Para isso, podem usar 51 adesivos das mais variadas formas além de poder fazer o upload de qualquer figura para ilustrar seu casco, aumentando ainda mais a personalização. Só que, ao que parece, ele só serve para ilustrar seu profile. Fiz uma pintura simples, apenas para teste e, ao ir para a pista, o capacete tinha a pintura padrão,  utilizada de acordo com cada carro. Rolou uma leve sensação de coito interrompido, já que seria muito legal jogar online com cada um dos pilotos ostentando o próprio casco.

Poderia ser o capacete do Lemmy, mas não é

Dois carros, um circuito (é de graça, não reclama!)

Lightning McQueen, é você?

Apenas duas categorias estão disponíveis: Chevrolet Camaro e a Formula RR. Os carros da segunda categoria são os mais interessantes por que imitam escancaradamente os modelos da Formula-1.  As câmeras são as mesmas de sempre, mesmo que nem todas tenham grande utilidade (alguém aí, por acaso, consegue pilotar com aquela que imita uma transmissão de tv?) Apesar disso, a visão de dentro do cockpit em RR é muito boa, sendo que a qualidade e   de visão dos retrovisores também é ótima. No Camaro, por exemplo, o retrovisor superior fica perfeitamente visível para o piloto, diferente da maioria dos jogos do gênero, em que somos obrigados  a pilotar sem este item indispensável para a política da boa vizinhança. O circuito é Hockenheim, na Alemanha, e oferece três variações de traçado. Particularmente acho um circuito cretino e SEMPRE m e estrepo no hairpin ao final do retão em curva (!?)

Patrocínio pirata

Os carros de RR tem uma característica que há muito estava esquecida: os queridos patrocinadores piratas. Assim como nos antigos jogos de corrida, os patrocinadores do carros tem nomes apenas parecidos com as empresas de verdade. Os pneus, por exemplo, não são Bridgestone, mas Redstone, escritos com a mesma fonte da fornecedora de pneus da F-1 este ano. Ou seja, você vai guiar um bólido a mais de 300Km/h e vai ter que confiar no material de alta qualidade da Redstone, provavelmente adquiridos pela sua equipe em algum bairro chinês não muito confiável.  As pinturas dos carros também são muito próximas, sendo possível reconhecer Ferrari e RedBull, por exemplo.

Defina pirataria, por gentileza

 

Multiplayer

Basta escolher uma das corridas disponíveis, todas com conexões de até 25 pilotos. Os melhores tempos são premiados com jogos da SinBim, o que vai totalmente ao encontro da proposta da empresa ao lançar RR: disseminar os jogos de corrida online e atrair ainda mais pilotos, entusiastas e jogadores de fim de semana para as pistas. Mesmo que você nunca tenha encarado um multiplayer por se achar prego demais, perca a vergonha e faça o download. Como é um jogo novo, os pilotos ainda estão conhecendo os carros, o que aumenta as suas chances de parecer menos pior do que na verdade é.

Fonte: Experiência própria + www.raceroom.net
Colaborou: Google Translator

Para você não ficar boiando no que diabos estes hadoukens significam como avaliação dos games aqui criticados, sem maiores delongas, aí vai a explicação das legendas para os reviews. Espero que entendam. Segura, Peão!

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Gadouken – Muito fraquinho.

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Hadouken da Sakura – Tem sua graça, mas ainda assim não é lá essas coisas.

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Hadouken do Ken – Já é bem melhor. Tirando um ou outro empecilho dá pra fazer um bom estrago.

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Hadouken do Ryu – Muito bom, um exemplar quase perfeito da técnica Hadouken. Só não é o melhor por detalhes.

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Messatsu Gou Hadou – ABSOLUTAMENTE OWNANTE.


Valeu, peixe?

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